Saudades deste lugar

A última vez que estive neste espaço, foi no dia 14 de fevereiro de 2009. Na verdade, o propósito foi alertar meus leitores meu novo endereço de postagens, aliás, como pode ser verificado no  post abaixo. Um dos grandes motivos da "saudade", é que desde então, não fui mais processado. Curiosamente, o que me chamou a atenção, também, é o numero de pessoas que acessaram este blogue desativado.

Foram mais de 9 mil pessoas em 2 anos. Isso, eu considero extremamente relevante, na verdade, surpreendente. Portanto, você que ainda voltar a este espaço, (eu sinicamente voltarei) não deixe de visitar a nova casa

http://www.blogdogilmardarosa.blogspot.com/ continua sendo a "nossa casa".

Saludos fraternos a todos(as).



Escrito por Gilmar da Rosa às 16h39
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última chamada!!!!!!!

Última chamada para o BlogCamp-CE

Comunico aos amigos(as) que nestes anos me acompanharam neste blog, que o endereço novo é Blog do Gilmar da Rosa. Portanto é só clicar no link em vermelho e continuar acompanhando as novas postagens. Imperativo dizer que todos os arquivos deste Blog estão salvos e também seus comentários. Um grande e fraterno abraço a todos vocês. Lhes aguardo na casa nova.



Escrito por Gilmar da Rosa às 18h36
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Aviso aos navegantes

Não deixem de visitar o novo Blog do Gilmar da Rosa é só clicar no link em vermelho. Vai lá, leia e opine.



Escrito por Gilmar da Rosa às 00h10
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O Bem

e o mal

A "Crusius" que o Rio Grande carrega.

Visite o novo Blog do Gilmar da Rosa clique no link em vermelho e leia.



Escrito por Gilmar da Rosa às 14h05
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A peste tucana

Primeiro, foram os casos de morte por febre amarela em duas cidades gaúchas, no mês de janeiro, que a mídia-capacho tratou de noticiar em letras menores que o cocô do inseto vetor da doença. Nesse caso, ouviu-se muito o Secretário de Saúde de Yeda Crusius afirmando que o "fenômeno" devia-se a "causas climáticas". Curiosamente, quase nada foi ouvido sobre o fato de que o último óbito por febre amarela no RS havia ocorrido em...1966!
Agora, assistimos aos primeiros casos de leishmaniose visceral no estado gaúcho. Trata-se de uma terrível moléstia provocada por um protozoário. Sua transmissão dá-se pela picadura de mosquitos flebotomíneos, como esse da foto. E, mais uma vez, a imprensa-michê do Rio Grande dá ao tema a visibilidade de uma ameba a olho nu, sem sequer ouvir as autoridades sanitárias estaduais (
clique aqui para ler a extensa reportagem do tablóide Zero Hora a respeito).
Tratamento bem diferente teve (e está tendo) a palhaçada do "deficit zero", como corolário do "novo jeito de governar" da tresloucada governadora tucana. A essa altura, você já deve estar se perguntando: o que é que o apêndice caudal tem a ver com as calças? Estaremos, por acaso, diante de uma situação de causa e efeito?
Se considerarmos que até o Ministério Público de Contas já emitiu parecer desaprovando a gestão da tucana, a resposta é: sim, trata-se de uma relação de causa e efeito.
É que, para "zerar as contas", Yeda faz uso da mais descarada maquiagem contábil, manipulando as planilhas de receitas e despesas. E faz pior: entre outras ardilezas, descumpre vergonhosamente os limites constitucionais mínimos de gastos com Saúde, Educação e pesquisa científica e tecnológica. Em outras palavras: para "sanear" as finanças estaduais, a tucana deixou a população às moscas. E aos mosquitos.
Não deixe de ler o novo Blog do Gilmar da Rosa
Estive alguns dias fora da cidade daí a falta de postagens.


Escrito por Gilmar da Rosa às 17h48
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Tomba o guerreiro Adão Pretto

É com pesar que posto neste blog a notícia que ja foi veiculada nesta manhã (05/02) do falecimento do deputado Federal Adão Pretto (PT), ocorrido hoje (05/02) às 7h45min. A história da trajetória do pequeno agricultor Adão Pretto se confunde com a luta pela reforma agrária e a defesa dos trabalhadores do campo e da cidade. Adão foi fundador do PT, do MST, do Movimento dos Pequenos Agricultores, do Movimento dos Pescadores, dentre tantos outros, Adão Foi deputado Constituinte estadual e estava no seu quinto mandato de deputado federal, representando os movimentos sociais no Congresso Nacional e era o atual presidente da Comissão de Participação Popular da Câmara. Adão deixa nove filhos e um grande história que será contada por muitas gerações em nosso país.

Vai guerreiro ! que Deus ilumine teu caminho nesta outra jornada.

Palavras do Kiko Machado do Tomando na Cuia  que faço minhas, com certeza haverá um gaitero pra fazer dupla com Adão lá em cima.



Escrito por Gilmar da Rosa às 13h00
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O terror econômico da grande imprensa

O que indica a pesquisa CNT/Sensus, divulgada na terça-feira (3), dando conta de novos recordes na aprovação pessoal do presidente Lula e na avaliação positiva de seu governo? Os números se prestam a múltiplas interpretações, mas se partimos da premissa de que o simples desmascaramento de uma farsa ideológica já é suficiente para desmoronar todo o arcabouço que a sustenta, a imprensa saiu muito mal na foto. Não só ela como os que ainda acreditam que a consciência política de uma sociedade pode ser reduzida à agenda de sua mídia hegemônica.

Se toda informação como destacava Herbert de Souza "é, de certa forma, uma proposta ou elemento de formulação de propostas e essa é a matéria-prima fundamental para a ação política", o campo jornalístico vem sendo sacudido por atores ativos e conscientes dos processos de transformação política, econômica e social pelo qual o país vem passando desde 2003. E, disso, os editores de confiança do patronato não se deram conta. De uma mudança significativa fora das ilhas de edição, fora das águas límpidas dos aquários.

Falácias expostas
A maneira como a crise econômica internacional tem sido noticiada não obedece a qualquer procedimento mais sofisticado. Não há qualquer preocupação em manter a imagem do próprio discurso como "imparcial" e "objetivo". O jornalismo de campanha pretende instalar o terror através dos conhecidos padrões de ocultação, inversão e fragmentação.

Manchetes que ignoram a apuração para obter impacto não revelam incompetência, mas disposição de submeter o leitor e/ou telespectador à desinformação, ao fatalismo de profecias que se auto-realizam, à erosão da popularidade de quem governa. Os dias que precederam a divulgação da pesquisa não deixam qualquer dúvida: vivemos o terrorismo de um enquadramento noticioso feito sob medida para a oposição.

Uma clara subordinação de quem deveria se nortear pelos interesses públicos aos desígnios de um bloco que quer pavimentar seu retorno ao aparato estatal em 2010 e reintroduzir uma agenda falida.

As falácias das editorias de economia foram detalhadamente expostas por Bernardo Kucinski em seu magnífico "Jornalismo Econômico" (Edusp, 2000). Não custa, no entanto, lembrar que a narrativa jornalística tem recorrido a elas como ponto central para sua narrativa.

Arrazoados medonhos
Escolhendo-se pontos convenientes de uma série estatística e procurando desqualificar todas as medidas necessárias tomadas pelo governo, lemos, em manchetes e títulos espalhados por jornais e portais, que "62% das obras do PAC estão atrasadas; 6% foi o recuo registrado nas vendas a prazo em janeiro em comparação ao mês anterior em São Paulo; 5% foi quanto encolheram as vendas à vista em janeiro em relação ao mês anterior; 9,5% foi o aumento da inadimplência no comércio em janeiro".

Tudo isso jogado, sem qualquer contextualização, não é jornalismo, mas produção deliberada de lapsos de desentendimento. Análises rasteiras, escapistas, que substituem a revelação dos fatores determinantes da crise capitalista é o que fazem diariamente Miriam Leitão, Carlos Alberto Sardenberg e Vinícius Torres Freire, entre tantos outros. Assusta a semelhança estilística e, no caso dos que aparecem em telejornais, a quantidade de recursos cênicos na busca da melhor "noticia ruim do dia".

Quando o presidente da CNT (Confederação Nacional dos Transportes), Clésio Andrade diz que "concluímos que há forte esperança centrada no discurso do presidente e nas medidas que o governo vem tomando. O discurso do presidente é muito forte, ele cria esperança, divide o ônus, o que é muito importante numa crise econômica", uma estranha sensação de vertigem toma conta dos nossos condestáveis sacerdotes da opinião publicada.

Há algo de errado no cardápio diverso de uma realidade que insiste em negar seus arrazoados medonhos. Melhor tentar nova forma de enquadramento. Desistir, jamais.

PS: Concordo com quem diz que ruim com a grande imprensa, pior sem ela. Mas o quadro é tão calamitoso, a perda de credibilidade e receita tão agudos, que ouso sugerir maior agressividade aos departamentos de marketing. Seria interessante assistir a uma peça publicitária em que a Folha de S.Paulo tentasse atrair novos assinantes dizendo: "Seja nosso leitor. Não pelo que temos. Mas pelo que não temos. Venha para o nosso jornal e não leia Merval Pereira, Ali Kamel e Miriam Leitão". A réplica de O Globo, imagino, seria bastante criativa. E ambos teriam razão.

Artigo publicado originalmente no Observatório da Imprensa.

Gilson Caroni Filho é professor de Sociologia das Faculdades Integradas Hélio Alonso (Facha), no Rio de Janeiro, colunista da Carta Maior e colaborador do Observatório da Imprensa.

 



Escrito por Gilmar da Rosa às 17h31
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Coisas do Rincão

A sociedade bovina e tartufa aqui do rincão do atraso anda com os olhos arregalados com as noticias que abalam os fronteiriços neste segundo mandato socialista-Demo-tucano de Wainer “dinovo”.

- Livramento segundo reportagem da Zé H é o12º município mais violento do Rio Grande guasca. Na avaliação anterior era o 37º.

- Os fiteiros também alardearam que Livramento é zona infestada pela dengue e não que foram encontrados quatro focos de mosquito da dengue.

- Pra completar de encher a lingüiça (com trema) também foi noticiado pelos “fiteiros”  a internação de uma paciente com suspeita de Dengue, febre amarela ou leptospirose.

- Diria um gaiato: Não seria uma caganeira? Caxumba? Frieira?

- É provável que nos próximos dias tenhamos um acampamento de bugios na frente da prefeitura solicitando vacina pra febre amarela.

Visite também   Blog do Gilmar da Rosa.

A postagem continurá dupla até sanar os problemas.



Escrito por Gilmar da Rosa às 16h25
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Trocando de rancho

Seguindo conselhos de alguns amigos, desde ontem estou arrumando a nova casa do Blog que já pode ser conferida neste endereço Blog do Gilmar da Rosa. Neste novo espaço que será de todos e de cada um de nós, continuaremos a dar pitácos em política, economia e denunciando a mídia corporativa e golpista. Continuo afirmando que a internet através da ferramenta dos blogs  definitivamente fez ruir o castelo dos grandes grupos de comunicação ao mesmo tempo que incluiu o cidadão que anseia pela verdade de forma democrática e barata. Minha historia na internet iniciou em 2006 quando mantinha uma pagina na rede que se tornou inviável técnica e economicamente falando e depois que deixei de escrever minha coluna em jornal impresso em junho de 2007 resolvi fazer meus escritos neste blog que ganhou uma dimensão que não imaginei. Quero agradecer a todos (as) que diariamente visitam este espaço que hoje ultrapassou os 50 mil acessos e espero continuar contando com estas visitas e comentários. Aos colegas Blogueiros que mantém meu link em suas páginas, peço que substituam o link.

Ficarei no aguardo de novas sugestões dentro das possibilidades e ferramentas disponíveis no outro endereço. Grande e fraterno abraço a todos (as). Mil gracias e visitem o novo  Blog do Gilmar da Rosa



Escrito por Gilmar da Rosa às 17h04
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Lula e o "deus mercado"

Lula diz que "deus mercado" quebrou por falta de controle
Amanda Cieglinski e Luana Lourenço
Enviadas Especiais, na Agência Brasil

Belém - Para uma platéia de mais de 8 mil pessoas e ao lado de quatro presidentes da América Latina, o presidente Luiz Inácio Lula Silva criticou, ontem (29) à noite, o Fundo Monetário Internacional (FMI), defendeu a intervenção do Estado na economia e voltou a dizer que a culpa pela crise financeira internacional é dos países ricos.

Lula e os presidentes Hugo Chávez, da Venezuela, Evo Morales, da Bolívia, Fernando Lugo, do Paraguai, e Rafael Correa, do Equador, participaram de um debate durante o Fórum Social Mundial.

“A crise não nasceu por causa do socialismo bolivariano do Hugo Chávez. Não nasceu por causa da Constituição de Evo Morales. A crise nasceu porque durante os anos 80 e 90 eles defenderam a lógica de que o Estado não podia nada e que o ‘deus mercado’ ia desenvolver o país e fazer justiça social. Esse 'deus mercado' quebrou por falta de controle, por irresponsabilidade”.

O presidente criticou instituições financeiras internacionais, como o FMI e o Banco Mundial, que em crises anteriores emprestavam dinheiro aos países pobres mas exigiam como contrapartida a redução de investimentos na área social.

“Parecia que eles eram infalíveis e nós, incompetentes. Espero que o FMI diga ao Barack Obama  o que ele  tem que fazer para consertar a economia. Diga à Alemanha como tem de resolver, ao Nicolas Sarkozy, ao Sílvio Berlusconi como vão cuidar das crises que eles criaram”, ironizou.

Ao se dirigir aos colegas de continente, Lula preferiu falar das semelhanças entre eles em suas trajetórias políticas até chegar à Presidência e evitou polemizar sobre as divergências em relação à Hidrelétrica de Itaipu, com Fernando Lugo, ou os problemas com o fornecimento de gás boliviano, com Evo Morales.

Durante o debate, Chávez, Correa, Lugo e Morales repetiram o discurso que fizeram durante a tarde pedindo união entre os países da América Latina para superar a crise e apresentar ao mundo um novo modelo de desenvolvimento. “Um outro mundo é possível, necessário e está nascendo agora na América Latina”, disse Chávez.

Nesta sexta-feira (30), Lula vai se reunir com o comitê internacional do Fórum Social Mundial e em seguida almoçar com a governadora do Pará, Ana Julia Carepa.



Escrito por Gilmar da Rosa às 16h03
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Que o mundo faça igual

Ontem li a respeito da Lei Lilly Ledbetter assinada pelo presidente Obama que igualava salários de homens e mulheres naquele país,  nada comentei a respeito, mesmo entendendo o avanço e conquista histórica das mulheres americanas. Entretanto, hoje  na minha caixa de correspondência encontrei um E-mail de minha mulher(militante social e feminista) com esta matéria que publico abaixo e com os seguintes dizeres:"Essa notícia é digna de publicação no teu blog".

Obama assina lei que busca igualdade salarial entre homens e mulheres

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, assinou nesta quinta-feira sua primeira lei, o histórico Ato Lilly Ledbetter, que promove igualdade de pagamento entre homens e mulheres. O tema é polêmico no Congresso americano e enfrenta oposição dos republicanos conservadores.

"É muito simbólico que o primeiro projeto de lei que assino fale de um dos princípios fundadores deste país; que somos todos iguais e que cada um pode perseguir a sua própria versão de felicidade", disse Obama, retomando um tema que marcou seu primeiro discurso após a posse. "Estas palavras escritas em um papel há 200 anos indicam o entendimento moral que temos que ter atualmente."

Lilly Ledbetter, que dá nome ao projeto de lei, é supervisora da fábrica de pneus da Goodyear Tire & Rubber, em Gadsden, Alabama. Ela processou a empresa por discriminação de pagamento pouco antes de se aposentar, após 19 anos de serviço. Ledbetter ganhava US$ 6.500 a menos que o supervisor com menor salário e alegou que foi decisão de seus supervisores que não ganhasse mais.

Em 2007, a Suprema Corte dos EUA votou, por 5 votos contra 4, por recusar o pedido de indenização de US$ 360 mil, alegando que ela demorou tempo de mais para iniciar o processo. A legislação americana afirma que os trabalhadores têm 180 dias a partir da discriminação para abrir um processo.

"Ela fez seu trabalho por quase duas décadas antes de descobrir que ganhava menos que colegas homens. Ela teve perdas de U$ 200 mil em salário e ainda mais em pensão e benefícios sociais, perdas com as quais ela arca até hoje", disse Obama, acompanhado por Ledbetter.

"Ela poderia ter ignorado [a diferença], ela poderia ter evitado toda a pressão e o assédio por levar adiante um processo. [...] Mas ela decidiu entrar em uma jornada de dez anos até a Suprema Corte e até chegar a este momento para efetivar a justiça que as pessoas merecem", continuou o presidente, que contou conhecer pessoalmente Ledbetter, que discursou na Convenção Democrata Nacional em 2008, que oficializou a candidatura de Obama à Casa Branca. Ao assinar a lei, Obama entregou a caneta a Ledbetter, como símbolo da sua conquista.

Durante a campanha presidencial, o republicano John McCain foi criticado por dizer que o ato causaria um aumento no número de processos de mulheres contra seus empregadores. Em abril do ano passado, os senadores republicanos vetaram o projeto de lei com 56 votos contras e 42 a favor. Seriam necessários 60 votos para que o projeto avançasse para debate e votação oficial.

"Ela sabe que a história não é só dela, mas de todas mulheres que ganham US$ 0,75 quando um homem ganha US$ 1 e ainda menos do caso das mulheres negras. [...] Igualdade de pagamento não é um tema de mulheres e sim de família. A família que [pela desigualdade de pagamento] não tem dinheiro para educação, famílias que dependem disso para pagar a hipoteca ou não, pagar as contas médicas ou não", disse Obama, acrescentando que, em tempos de crise econômica, os trabalhadores americanos não podem arcar com salários menores por discriminação.

O democrata lembrou da história de sua avó, que trabalhava em um banco no Havaí e sustentava ele e sua meia-irmã. "Assino esta lei em honra a ela e mulheres como ela, como minha avó, que trabalhou no banco a vida inteira e mesmo quando atingiu o teto de vidro continuou indo para dar o melhor para mim e minha irmã", disse o presidente. "Para minhas filhas, para que elas tenham oportunidades que sua mãe e avós não imaginavam ter."



Escrito por Gilmar da Rosa às 15h10
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Governo barraqueiro e sabonete

Semana passada rolou mais um quebra pau no desgoverno Yeda (a louca), entretanto este episodio envolveu a família Crusius (cruzes que o Rio Grande carrega). O primeiro Damo se irritou com a empresa de consultoria contratada por Yeda para criar uma “nova marca” do governo tucano, sabe-se que a tal empresa é ligada ao grupo Gerdau (pra variar) e a tal peleia se deu porque o exemplar macho dos Crusius não concordou com a formula sabonete Dove que a empresa queria colar no governicho Yeda. O senhor Crusius foi mandado pra casa pela mulher-governadora e se negava a dar entrevistas.

- O primeiro Damo procurado por uma reporter da Zé H acabou concordando com o novo sabonete, quer dizer, novo slogam. 

- Yeda não conforme com os escândalos, rompeu o “contrato com a consultoria de imagem” dos Gerdau.

- O deputado Elvino Bonh Gass (PT) quer informações sobre o tal contrato.

- Yeda disse que o contrato não existia.

- Mais tarde disse que era um “contrato de risco”.

- Contrato zero pila. De gratis.

- Posteriormente disse que a Imprensa (a golpista inclusive) queria uma pauta de Cama, mesa e banho.

- Imprensa bobinha. A pauta preferida da governadora é “brincar de casinha” (nova), escândalos de governo e rodizio de secretários.

Govenicho sabonete.

 

Em tempo: Falando em rodizio, quem caiu agora pouco foi o chefe de policia do Governo Yeda. Sem contar que sua Secretária de Administração deu lugar hoje ao vereador vitalicio de Porto Alegre Elói Guimarães (PTB).



Escrito por Gilmar da Rosa às 16h39
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Escrito por Gilmar da Rosa às 15h59
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Governadora viciada em trabalho

Yeda (a louca) Crusius não vai tirar férias este ano, segundo informa a abelhinha e colonista da ZH Rosane de Oliveira. La Crusius diz que vai “pegar mais leve” e recomenda que no verão todos devam pegar mais leve. A desgovernadora guasca pretende fazer viagens pelo Brasil para ensinar como atingir o déficit zero.

- Sugiro que uma das cidades para suas palestras seja o Rincão do Atraso onde seu partido faz dobradinha com o PSB.

- Yeda vai ensinar Brasil afora como desmontar o ensino público, sucatear a segurança e como bater em professores, estudantes e movimentos sociais.

- Também fará parte de suas palestras a receita de rodízios no secretariado envolvidos em escândalos.

- A louca dará aulas de como transferir suas responsabilidades para a união e como contar com o apoio do maior grupo de comunicação do estado.

- Hoje no jornal do Almoço do PRBS, Ana Amélia Lesma ensinava como entrar em contato com a defesa civil.

- De Brasília. Lógico.

- Talvez por ainda não ter comprado seu novo instrumento voador Yeda "a louca" não teve como se deslocar até a região sul do estado que está embaixo d’água.

- Eles que se queixem para o governo federal.



Escrito por Gilmar da Rosa às 14h15
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Até onde irão os norte-americanos no faz de conta da prosperidade?

Ladislau Dowbor publica no Diplô o texto mais didático que li até agora em português sobre a crise financeira internacional. Obrigado ao Hans Bintje pela dica.

Como escrevi aqui outro dia, nos Estados Unidos a mídia pop, ou seja, aquela que apresenta a crise E o Big Brother como igualmente importantes, fala da crise como se fosse uma catástrofe natural. Ou resultado de uma conjunção astral.

O artigo do Dowbor toca em todos os pontos-chave. Um trecho:

A tradição ideológica exige que se considere os EUA à beira do colapso ou como poderoso bastião do capitalismo, segundo as posições. A realidade é que se trata sim de um poderoso bastião, mas impressionantemente fragilizado.

Os Estados Unidos têm uma dívida pública de 10,5 trilhões de dólares. Como ninguém consegue imaginar o que pode representar tal soma, vale a pena lembrar que o PIB mundial é da ordem de 55 trilhões de dólares. Ou seja, a dívida pública norte-americana representa cerca de um quinto do PIB mundial. É um país que vive acima de suas posses. O American Way of Life é amplamente artificial. Sem falar do conteúdo das atividades: os custos advocatícios empresariais são da ordem de 370 bilhões de dólares por ano, e pode-se duvidar se este aumento do PIB gera qualidade no Way of Life.

O endividamento como nação se reflete na situação das famílias. O americano adulto médio tem oito cartões de crédito, e gasta um terço da sua renda com o pagamento de dívidas. Apresentado no momento da concessão, o crédito aparece como um instrumento de dinamização da conjuntura, pois aumenta a capacidade de compra da família. No entanto, cada dívida significa não só reembolso, como pagamento de juros e, na realidade, o que se consegue com endividamento é uma antecipação de consumo, e não o seu aumento. Quando chega a hora de pagar, o efeito se inverte. Até onde irão as famílias norte-americanas no faz-de-conta de prosperidade?

PARA LER NA ÍNTEGRA, CLIQUE AQUI

Leia também Vi o Mundo - O que você nunca pôde ver na TV

 

 



Escrito por Gilmar da Rosa às 11h51
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